Há um copo de cerveja ao meu lado que me possibilita pensar.
Quando estou embriagado, posso acreditar nas coisas que não nos fazem mais sentido.
Posso não controlar meu íntimo que por vezes me impede de sentir.
Há um copo de cerveja ao meu lado que traduz em palavras toda minha vontade de fugir.
Tradução intersemiótica jamais vista.
Não do pensamento para a poesia.
Não do poema para a fotografia.
Acho que da solidão para a mentira.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
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