Há um copo de cerveja ao meu lado que me possibilita pensar.
Quando estou embriagado, posso acreditar nas coisas que não nos fazem mais sentido.
Posso não controlar meu íntimo que por vezes me impede de sentir.
Há um copo de cerveja ao meu lado que traduz em palavras toda minha vontade de fugir.
Tradução intersemiótica jamais vista.
Não do pensamento para a poesia.
Não do poema para a fotografia.
Acho que da solidão para a mentira.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
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quero saber tudo sobre isso, seu Juan! estou adorando os escritos! gostei também da disposição do "cenário". Um vermelhinho ia bem....
ResponderExcluirMentira?
ResponderExcluirTalvez, ou certamente sejam sonhos, e eles não mentem, são junção de nossos desejos conscientes e inconscientes!
É, eu ainda acredito nos sonhos, se este copo de cerveja me possibilitar um sonho acordado, no lugar de filtro irei optar por um barril da cerveja mais febril!